LONDRES — Numa revelação que deixou os observadores reais em choque e emocionou profundamente os que estão mais próximos da Coroa, o Rei Carlos III, já em fim de vida e hospitalizado, terá feito uma confissão privada que trouxe clareza há muito esperada sobre um dos mistérios mais angustiantes que rodeiam a falecida Princesa Diana.
Segundo fontes do Palácio, durante um momento de tranquilidade com o seu filho mais novo, o Príncipe Harry, o monarca doente falou de forma aberta sobre a presença sombria que alegadamente seguiu Diana nos meses que antecederam a sua trágica morte em 1997 — um tema alvo de intensa especulação ao longo de décadas.

Durante anos, tanto o público como os meios de comunicação sugeriram teorias segundo as quais indivíduos ligados à Casa Real ou ao establishment britânico teriam colocado Diana sob vigilância, alimentando a sensação de perseguição que a princesa tantas vezes expressou em entrevistas e escritos pessoais.
Mas, num ato final de verdade, o Rei Carlos terá revelado a identidade da pessoa — ou, mais precisamente, do grupo — por trás dessa vigilância.
“A vigilância não partiu desta família,” terá dito Carlos a Harry. “Veio daqueles que temiam aquilo em que Diana se tinha tornado — uma força global imparável de compaixão, de mudança, de independência.”
Embora o rei não tenha mencionado nomes específicos, fontes indicam que ele apontou para contratantes de segurança privada ligados a interesses políticos e económicos poderosos, que viam a influência humanitária de Diana — especialmente o seu trabalho sobre a proibição de minas terrestres e a consciencialização sobre o VIH/SIDA — como uma ameaça à ordem estabelecida.
Ao ouvir isto, o Príncipe Harry terá ficado em silêncio durante longos segundos. Depois olhou para o pai e, com emoção na voz, disse:
“Então não foste tu. O meu pai era inocente…”
Esse momento, segundo os presentes, marcou uma viragem poderosa na relação entre pai e filho — uma relação há muito marcada por mágoas, mal-entendidos e conflitos públicos.
Harry, que tem falado abertamente nos últimos anos sobre o trauma da morte da sua mãe e o sentimento de traição dentro da instituição real, terá chorado junto ao leito hospitalar do pai. Foi, nas palavras de um assessor, “a cura que nenhum dos dois sabia que ainda precisava.”
A Casa Real recusou-se a confirmar oficialmente o conteúdo da conversa privada de Carlos, mas fontes seniores reconhecem que “questões importantes foram resolvidas” antes das últimas horas do monarca.
Este momento extraordinário deverá agora constar — com a permissão de Harry — numa edição revista e ampliada das suas memórias, Spare, incluindo uma nota de reconciliação com o pai.