“Eu amava Diana profundamente, mas ela me traiu, então eu contratei um carro para segui-la. Naquela noite na França, havia alguém que colocou Diana naquele carro, e era… – RECORD

“Eu amava Diana profundamente, mas ela me traiu, então eu contratei um carro para segui-la. Naquela noite na França, havia alguém que colocou Diana naquele carro, e era…

“Eu amava Diana profundamente, mas ela me traiu. Então eu contratei um carro para segui-la. Naquela noite na França, havia alguém que colocou Diana naquele carro, e era…”

Londres, julho de 2025 — Depois de décadas de silêncio, um novo testemunho chocante vem à tona sobre a trágica morte da Princesa Diana. Um homem, que afirma ter feito parte dos bastidores obscuros do que aconteceu naquela fatídica noite em Paris, revelou detalhes perturbadores que podem reabrir o caso mais controverso da história recente da monarquia britânica.

“Eu a amava mais do que qualquer coisa,” diz o ex-confidente anônimo, alegando ter tido uma relação muito próxima com Diana. “Mas quando descobri que ela estava me traindo emocionalmente, perdi o controle. Foi aí que decidi contratar um carro para segui-la. Eu só queria saber com quem ela estava realmente.”

Segundo ele, a decisão de colocar um veículo para vigiar Diana não foi por vingança, mas por desespero. No entanto, o que começou como um ato impulsivo se transformou numa cadeia de eventos que culminaram no desastre no túnel da Ponte de l’Alma, em Paris, em 31 de agosto de 1997.

“Naquela noite na França, havia alguém que colocou Diana naquele carro, e era alguém muito próximo dela. Não foi um acidente comum. Era para parecer um acidente.”

O depoente afirma que não foi o motorista Henri Paul o responsável pela tragédia, mas sim uma operação orquestrada por figuras que queriam calar Diana de uma vez por todas. Segundo ele, os seguranças sabiam que havia perigo, mas ignoraram os protocolos. “Ela estava sendo seguida por mais do que apenas paparazzi naquela noite,” afirmou.

Essas declarações reacendem teorias de conspiração que há anos circulam entre fãs da princesa e críticos da realeza. Desde 1997, muitos questionam as circunstâncias da morte de Diana — desde falhas de segurança até possíveis interesses políticos e institucionais.

O homem alega que, dias antes da viagem a Paris, Diana teria confidenciado a amigos próximos que “algo ruim estava para acontecer”. Ela se sentia observada, desconfiada de que havia escutas em seu apartamento em Kensington e chegou até a mencionar, em carta escrita a mão, que acreditava que “iriam sabotar o carro.”

Apesar de não ter apresentado provas materiais concretas, o testemunho traz à tona a fragilidade e o drama real vivido por Diana nos seus últimos dias. Uma mulher que, apesar da fama mundial, enfrentava pressões psicológicas, traições, vigilância constante, e uma relação difícil com a família real.

“Ela era amada por milhões, mas dentro dos palácios, ela era vista como um problema. Uma ameaça à estabilidade,” concluiu o depoente, insinuando que a morte de Diana “beneficiou mais do que uma pessoa.”

Até o momento, o Palácio de Buckingham não comentou sobre as novas alegações. Especialistas alertam que, sem provas verificáveis, o depoimento deve ser encarado com cautela. No entanto, o público, mais uma vez, volta a se perguntar: Diana realmente morreu por acaso — ou foi calada?

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