NÃO FOI UM ACIDENTE: Diogo Jota foi vítima de sabotagem, confirma polícia em relatório final
Lisboa, 13 de julho de 2025 — Após semanas de investigação intensa e silêncio cauteloso por parte das autoridades, a Polícia Judiciária finalmente revelou as conclusões do inquérito sobre o acidente automobilístico que quase tirou a vida do futebolista internacional português, Diogo Jota. Ao contrário do que se pensava inicialmente, não se tratou de um simples acidente rodoviário. O atleta foi alvo de sabotagem intencional.
O dia do acidente
O incidente ocorreu na noite de 18 de junho, quando Jota regressava de um treino privado na zona de Porto. O seu veículo perdeu o controlo numa curva conhecida pela sua boa visibilidade e segurança. O carro saiu da estrada e embateu violentamente contra uma árvore. Apesar da violência do impacto, o jogador sobreviveu com lesões moderadas e foi hospitalizado por alguns dias.

Na altura, as autoridades classificaram o caso como um acidente causado possivelmente por distração ao volante ou falha mecânica. No entanto, dúvidas começaram a surgir quase imediatamente entre os fãs e colegas, dada a experiência de Jota ao volante e as boas condições climatéricas da noite em questão.
Reviravolta na investigação
Segundo o relatório divulgado esta manhã, peritos forenses descobriram que os travões do carro tinham sido deliberadamente adulterados. Resíduos de um composto químico raro, utilizado para corroer discos de travão sem deixar vestígios imediatos, foram encontrados nos sistemas de travagem. Câmaras de segurança próximas do local onde o carro esteve estacionado antes do acidente também captaram imagens de um indivíduo encapuzado aproximando-se do veículo.
“Há provas claras de que houve intenção de causar o acidente. Não foi uma falha mecânica nem um erro humano. Foi uma tentativa de homicídio cuidadosamente planeada”, declarou o comissário da Polícia Judiciária, Manuel Reis, durante a conferência de imprensa.
Motivações obscuras e suspeitos sob vigilância
Embora a polícia não tenha divulgado oficialmente a identidade dos suspeitos, fontes próximas da investigação indicam que há pelo menos dois indivíduos sob vigilância, ambos com ligações indiretas ao meio futebolístico e empresarial. Uma das hipóteses mais discutidas é que o ataque possa ter sido motivado por rivalidades contratuais, apostas ilegais ou mesmo inveja pessoal.
“O futebol movimenta milhões, e com isso surgem interesses obscuros. Não podemos excluir que haja uma rede mais ampla por trás deste ato”, comentou o analista de segurança Pedro Valente, em entrevista à RTP.
Diogo Jota quebra o silêncio
Hoje, através das redes sociais, Diogo Jota fez a sua primeira declaração pública desde a revelação do relatório:
“Agradeço à polícia pelo trabalho incansável. Saber que tudo isto foi premeditado choca-me profundamente. Mas estou mais forte e mais determinado do que nunca. A verdade está a vir ao de cima.”
O jogador, que atualmente representa o Liverpool FC, já regressou aos treinos leves e espera voltar aos relvados ainda antes do final da época.