Tarde da noite de 3 de julho, a estrela do Liverpool Diogo Jota e o seu irmão André Jota morreram num trágico acidente de viação na província espanhola de Zamora. Viajavam num Lamborghini Urus, que perdeu o controlo após o rebentamento de um pneu, capotou várias vezes e incendiou-se.
Diogo, de 28 anos, encontrava-se a descansar em Portugal há várias semanas após uma pequena cirurgia pulmonar. Por recomendação médica, foi-lhe aconselhado evitar voar, para que a pressão da cabine não comprometesse a recuperação respiratória. Assim, optou por regressar por estrada a Inglaterra para se juntar novamente ao Liverpool.

Juntamente com André, partiu tarde da noite — com planos de conduzir de Portugal através de Espanha, visando chegar a Santander ou Bilbao para apanhar um ferry, ou seguir para nordeste via França. Tragicamente, esse plano terminou na autoestrada A-52, perto de Zamora.
O carro que transportava Jota ficou completamente destruído após o acidente.
Apesar de ter escolhido a viagem por estrada por motivos de segurança, o resultado foi devastador: o rebentamento do pneu provocou a perda de controlo, o supercarro embateu violentamente e incendiou-se, matando ambos os irmãos instantaneamente.
Esta tragédia chocou o mundo do futebol. Diogo tinha-se casado recentemente com a namorada de infância e preparava-se para retomar a carreira nos relvados. Como comentou um meio de comunicação:
“A sua morte não é apenas uma perda para o desporto, mas também um doloroso lembrete da fragilidade da vida.”