Chefe dos bombeiros quebra o silêncio: as últimas palavras de Diana — “Oh meu Deus, o que aconteceu?”
Um chefe dos bombeiros, um dos primeiros a socorrer a princesa Diana após o acidente fatal em Paris, falou pela primeira vez sobre o momento em que ela se virou para ele e perguntou:
“Oh meu Deus, o que aconteceu?”
“Ela falou em inglês e disse: ‘Oh meu Deus, o que aconteceu?’ Eu entendi, então tentei acalmá-la. Segurei sua mão”, contou Xavier Gourmelon, que havia prestado depoimentos à polícia, mas nunca havia falado com a imprensa antes.
O impacto do acidente no túnel — estimado em cerca de 105 km/h — matou instantaneamente o motorista Henri Paul e o então namorado de Diana, Dodi Fayed.
Segundo Gourmelon, Diana parecia fisicamente bem, exceto por um ferimento no ombro — e ele não sabia que estava tentando salvar uma princesa.

Revelações da Equipe de Socorro
O médico francês Dr. Frédéric Mailliez e o bombeiro Gourmelon foram os primeiros a chegar ao local e prestar assistência.
Somente após ajudar a colocar Lady Di na ambulância é que Gourmelon foi informado por um capitão sobre quem ela era:
“Ele me disse quem ela era e então sim, eu a reconheci. Mas no momento, não.”
O mesmo aconteceu com o primeiro socorrista a chegar, o Dr. Mailliez, que voltava de uma festa e encontrou o local do acidente por acaso.
Ele viu duas vítimas já aparentemente mortas, e outras duas — incluindo o segurança de Diana — gravemente feridas, mas vivas.
Diana estava sentada no chão do banco traseiro do Mercedes.
“Descobri que ela era uma mulher lindíssima e que não tinha ferimentos graves no rosto. Ela não sangrava, mas estava quase inconsciente e com dificuldade para respirar,” contou ele.
“Ela parecia bem nos primeiros minutos.”
Ele começou a falar com ela em inglês:
“Disse que eu era médico, que a ambulância estava a caminho e que tudo ficaria bem.”
Assim que os serviços de emergência assumiram, Mailliez deixou o local:
“Saí dali sem saber quem eu tinha atendido.”
Choque no Hospital e Homenagem Silenciosa
A notícia de que se tratava da princesa Diana foi tão chocante que o capelão do hospital, padre Yves-Marie Clochard-Bossuet, chegou a desligar o telefone várias vezes, achando que era um trote.
Quando finalmente atendeu ao chamado, recorda ter visto Diana coberta por um lençol, já declarada morta.
“Vi-a pela primeira vez ali,” contou ao jornal Daily Mail.
“Ela estava completamente intacta, sem marcas, sem manchas, sem maquiagem. Completamente natural. Era uma mulher realmente bonita, e parecia que… quase se podia conversar com ela.”
No mesmo instante, pensou em seus dois filhos pequenos: os príncipes Harry e William.