Após mais de duas décadas da trágica morte da Princesa Diana, novas revelações abalam aqueles que ainda se lembram daquela noite fatídica de 31 de agosto de 1997. Um médico que atendeu Diana em seus últimos momentos na sala de emergência finalmente decidiu romper o silêncio, compartilhando um segredo que guardava com pesar. “Ela estava viva quando chegou ao pronto-socorro”, afirmou, com a voz embargada de emoção. “Mas o que me atormenta até hoje é saber que a ambulância, em vez de seguir diretamente para o hospital, circulou em círculos pelas ruas de Paris.”

De acordo com o relato, o procedimento de emergência na França na época era diferente do que se vê em outros lugares, como nos Estados Unidos, onde o método “scoop and run” prioriza a chegada rápida ao hospital. Naquela noite, a equipe de emergência optou por estabilizar Diana no local do acidente antes de movê-la, uma decisão que resultou em um trajeto prolongado até o hospital Pitié-Salpêtrière. “A cada minuto que passava, a situação ficava mais crítica”, lamentou o médico, que descreveu a tensão e a incerteza que pairavam na ambulância.
Para muitos especialistas e membros da equipe médica, a estratégia adotada levanta questionamentos sobre como a resposta poderia ter sido diferente. O Dr. Thomas Treasure, um renomado cirurgião britânico, já havia sugerido que Diana poderia ter sobrevivido se tivesse recebido tratamento cirúrgico imediato. A perda de tempo durante o transporte e as paradas realizadas para estabilização são consideradas pontos de inflexão que poderiam ter mudado o desfecho.
As palavras do médico que esteve ao lado de Diana em seus momentos finais reacendem a dor e a polêmica sobre o que poderia ter sido feito para salvá-la. “Sinto o peso da culpa até hoje”, confessou. “Na minha mente, revivo aquele momento sem parar, pensando se as coisas poderiam ter sido diferentes.”
O acidente que tirou a vida da Princesa do Povo continua a ser cercado por teorias da conspiração e debates sobre negligência. Enquanto a verdade completa talvez nunca seja revelada, o depoimento deste médico serve como um lembrete doloroso da fragilidade da vida e das decisões que podem alterar seu curso para sempre.