Paris – 21 de julho de 2025
Três décadas se passaram desde a madrugada trágica de 31 de agosto de 1997, quando a princesa Diana, conhecida como a “Rainha dos Corações”, perdeu a vida em um túnel em Paris. Mas nesta semana, uma revelação inesperada reacendeu a comoção mundial: um bombeiro aposentado, que esteve entre os primeiros a atender a princesa, decidiu quebrar o silêncio.
📣 Um testemunho guardado por 30 anos
Jean-Michel Lefèvre, hoje com 62 anos, foi um dos socorristas que prestou os primeiros atendimentos a Diana logo após o acidente no túnel da Pont de l’Alma. Até então, ele havia se recusado a dar entrevistas detalhadas, mas em um documentário francês recém-gravado, decidiu contar o que ouviu da princesa enquanto ela ainda estava consciente, no interior do carro destruído.
“Eu me aproximei, ela ainda estava viva. Olhou para mim com os olhos cheios de dor e confusão. Ela sussurrou algo que jamais esqueci”, contou Lefèvre com a voz embargada.
Segundo o ex-bombeiro, as palavras de Diana foram:
“A pessoa que mais odeio é… eles vão esconder tudo.”
O nome exato mencionado por Diana não foi revelado por Lefèvre no documentário. Ele afirma que optou por preservar a identidade da figura citada, por respeito à família real e para evitar “acusações infundadas sem provas jurídicas”. No entanto, ele confirma que o nome era de alguém “altamente ligado à monarquia” e “que ela temia profundamente”.

😢 Emoção e polêmica
A revelação deixou o público dividido. Muitos exigem que Lefèvre revele o nome completo, alegando que o mundo tem o direito de saber. Outros, no entanto, respeitam sua decisão e veem o testemunho como mais uma peça no complexo quebra-cabeça que envolve a morte de Diana — cercada por teorias da conspiração, suposta negligência, e acusações não resolvidas.
“O que me fez falar agora foi o peso da verdade. Guardei isso por 30 anos. Não aguento mais ver tanta especulação. Diana era humana. Tinha medo, tinha inimigos, e morreu sem justiça”, declarou Lefèvre à emissora TF1.
📜 Novas pressões por reabertura de investigação
Com essa nova informação, grupos de defesa da verdade sobre a morte da princesa começaram a pressionar por uma reabertura formal do caso. Alguns parlamentares britânicos pedem que a Scotland Yard e as autoridades francesas revisem os arquivos secretos da época, incluindo as escutas e registros de inteligência britânica (MI6).
“Se as últimas palavras da princesa indicam que havia alguém diretamente envolvido emocional ou politicamente, não podemos fingir que nada aconteceu”, declarou a deputada trabalhista Eleanor James.
👑 Reação do Palácio
Até o momento, o Palácio de Buckingham não emitiu nota oficial. Fontes próximas ao Rei Charles III dizem que ele está “profundamente entristecido” com a reaparição do tema. O príncipe William, que nos últimos dias tem se aproximado do irmão Harry, também foi informado da declaração.