NOTÍCIA CHOCANTE: Caminhoneiro que filmou o acidente de Diogo Jota rebate versão da polícia: “Juro que eles não estavam em alta velocidade — dois bandidos os tiraram da estrada!”
Um caminhoneiro que filmou o momento após o acidente de carro envolvendo Diogo Jota afirmou que o jogador do Liverpool não estava em alta velocidade, contrariando um relatório preliminar da polícia que sugeria o contrário.
Jota e seu irmão mais novo, André Silva, morreram em um acidente de carro na última quinta-feira, em Zamora, na Espanha, após o Lamborghini verde-limão de £185.000 em que estavam pegar fogo, supostamente devido ao estouro de um pneu.

Um porta-voz da Guardia Civil de Zamora declarou que Jota estava ao volante no momento do acidente e que supostamente ultrapassava o limite de velocidade da via, que seria de 120 km/h.
No entanto, José Azevedo, um caminhoneiro português que trafegava pela A-52 e testemunhou o acidente, afirmou que Jota não parecia estar em alta velocidade.
Azevedo filmou o carro em chamas ao se aproximar com seu caminhão e contou que tentou apagar o fogo.
“O caminhoneiro, que era eu, filmou, parou, pegou o extintor de incêndio e tentou ajudar. Tentei ajudar, mas devido ao impacto do acidente, não havia nada que eu pudesse fazer, absolutamente nada”, declarou Azevedo em vídeo.
“Eles passaram por mim completamente tranquilos e não estavam em alta velocidade. Dou minha palavra. Estavam totalmente relaxados.”
“Eu passo por essa estrada de segunda a sábado e sei que é um lugar perigoso. É uma estrada escura. Consegui ver claramente o modelo e a cor do carro.”
“Ofereço minhas sinceras condolências. Tenho a consciência tranquila, sei o que vi. Infelizmente, foi assim que terminou. Parei de filmar para tentar ajudar, mas infelizmente não havia mais nada a ser feito.”
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Um segundo caminhoneiro, identificado localmente como José Alex Duarte, disse ao jornal português Correio da Manhã que foi ultrapassado pelo carro de Jota cerca de cinco minutos antes do acidente, e que o veículo trafegava em uma velocidade moderada.
A Guardia Civil espanhola informou que o relatório técnico ainda está em processo de finalização.